Dra. Rafaela Pagliosa Winter, cirurgiã-dentista da Fluari Odontologia, que faz prótese dentária no Centro de Lages/SC
Dra. Rafaela Pagliosa Winter

Prótese dentária em Lages, fixa ou removível

Para quem perdeu dentes, tem dentes muito desgastados ou usa uma prótese que machuca, solta ou já não encaixa. A avaliação compara as alternativas, sobre dentes ou sobre implantes.

O que é a prótese dentária

Dentes artificiais que repõem o que foi perdido, presos ou removíveis.

Prótese dentária é o nome geral das peças que repõem dentes: coroas, pontes, próteses parciais removíveis e dentaduras. Elas podem se apoiar nos dentes que restam, na gengiva ou em implantes. A escolha depende de quantos dentes faltam, do osso e da rotina de cada paciente.

  1. 01Prótese que machuca ou solta
  2. 02Dente quebrado ou muito desgastado
  3. 03Falta de um ou mais dentes
  4. 04Dificuldade para mastigar
15 anos de atuaçãoEm Lages, no Centro
Nota 5,0 no GoogleAvaliações de pacientes
Reabilitação oralImplante, prótese e enxerto
Prótese que machuca

Quando a prótese machuca a gengiva e a ferida volta.

Ferida que se repete quase sempre tem causa: prótese que perdeu o encaixe porque o osso diminuiu, borda que pressiona ou peça nova ainda em adaptação. Lixar em casa ou usar adesivo em excesso só adia o problema.

A dentista vê a ferida e indica o ajuste, o reembasamento ou uma prótese nova.

Prótese que solta

Quando a dentadura solta ao falar, rir ou comer.

Com os anos sem dentes, a gengiva e o osso embaixo da dentadura mudam de forma, e ela perde o apoio. Um reembasamento pode melhorar o encaixe; em outros casos, a peça precisa ser refeita.

Quando a dentadura não para mais no lugar, a prótese protocolo sobre implantes entra na comparação.

Dentes que faltam

Quando falta um dente, ou alguns, entre dentes saudáveis.

O espaço vazio desloca os dentes vizinhos e sobrecarrega a mordida. Ele pode ser preenchido por uma ponte fixa apoiada nos dentes ao lado, por uma prótese parcial removível ou por um implante.

O implante dentário não exige desgastar os dentes vizinhos, e a avaliação mostra se ele cabe no seu caso.

Tratamentos

Outros caminhos em implante e prótese

Os tratamentos que costumam entrar no mesmo plano, com o que é e para quem é indicado. Se o seu caso for outro, a Fluari atende toda a reabilitação oral: conte a situação no WhatsApp.

Paciente em avaliação com a dentista no consultório
A área completa

Implante dentário

Quem pode fazer implante, como a tomografia orienta o planejamento, os cuidados depois da cirurgia e o que compõe o valor de cada alternativa.

É o ponto de partida para quem ainda está decidindo entre implante e prótese, ou quer entender o tratamento inteiro antes da avaliação.

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Dra. Rafaela Pagliosa Winter, cirurgiã-dentista da Fluari Odontologia, de jaleco
Quando o osso permite

Carga imediata

A prótese provisória é instalada sobre os implantes sem esperar a cicatrização completa. Depende da firmeza do implante no osso, e nem todo caso permite.

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Dra. Rafaela Pagliosa Winter explicando o tratamento a uma paciente com um modelo da arcada
Antes do implante

Enxerto ósseo

Repõe o osso perdido depois de uma extração ou de anos sem o dente, para o implante ter onde se firmar. A tomografia mostra se ele é necessário.

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Como funciona

Da avaliação às revisões

O caminho mais comum de quem faz prótese na clínica. O número de consultas depende do tipo de prótese e é conversado na avaliação.

  1. 01Primeiro passo

    Avaliação completa

    Conversa sobre o que incomoda, exame da boca e da prótese em uso.

    • Feridas e pontos de pressão
    • Dentes que restam e gengiva
    • Encaixe e desgaste da prótese atual
    • Exame de imagem, quando indicado
  2. 02Plano de tratamento

    Alternativas comparadas

    Você vê as opções possíveis no seu caso, com o que cada uma exige.

    • Ajuste, reembasamento ou prótese nova
    • Prótese sobre dentes ou sobre implantes
    • Material e aparência dos dentes
    • O que compõe o valor, explicado antes
  3. 03Nas consultas combinadas

    Moldagem e provas

    A prótese é feita por etapas, com provas da cor, do formato e da mordida antes da peça final.

    • Moldagem da boca
    • Prova dos dentes e da mordida
    • Instalação e primeiros ajustes
    • Orientação de limpeza e de uso
  4. 04Depois da instalação

    Ajustes e revisões

    Nas primeiras semanas é comum precisar de ajustes. Depois, as consultas de revisão conferem o encaixe, a gengiva e o desgaste da prótese.

Agendar avaliação

A primeira etapa é a avaliação completa, no Centro de Lages.

Dra. Rafaela Pagliosa Winter, cirurgiã-dentista que faz prótese dentária na Fluari Odontologia em Lages/SC, de blazer bege
Quem cuida do seu tratamento

Prótese com a Dra. Rafaela Pagliosa Winter, no Centro de Lages

Cirurgiã-dentista (CRO/SC 12014) e responsável técnica da Fluari Odontologia, clínica voltada à reabilitação oral e à estética dental. São 15 anos de atuação em odontologia, com próteses fixas, removíveis e sobre implantes na rotina do consultório.

Quem chega com uma prótese que machuca costuma ter passado por muitos ajustes. Aqui você entende por que ela machuca antes de decidir o que fazer. Especialista em implantodontia e ortodontia, pós-graduada em estética dental, cirurgia oral menor e prótese dentária, e credenciada pelos sistemas de alinhadores Invisalign e ClearCorrect.

  • 15 anosde atuação em odontologia
  • Centrode Lages, Rua João Severiano Waltrick
  • 5,0nota da Fluari no Google
Conversar com a clínica no WhatsApp
Onde estamos

Prótese no Centro de Lages, com horário marcado

A Fluari atende só presencialmente, na Rua João Severiano Waltrick. Avaliação, sessões de tratamento e consultas de revisão acontecem no mesmo consultório, com a mesma equipe.

Fachada do prédio da Fluari Odontologia na Rua João Severiano Waltrick, Centro de Lages Fluari Odontologia

Rua João Severiano Waltrick, 165, sala 03

Centro, Lages/SC, CEP 88501-430, na Serra Catarinense.
Segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 19h. Sábado e domingo, fechado.

WhatsApp e telefone: (49) 98804-4571. Nota 5,0 no Google.

Dúvidas

Perguntas sobre prótese dentária

Respostas diretas às dúvidas que mais chegam antes da avaliação. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.

Tipos de prótese

Depende de quantos dentes faltam, da saúde dos dentes que restam, da quantidade de osso e da sua rotina. Para um dente, coroa ou implante. Para alguns dentes, ponte fixa, prótese parcial removível ou implantes. Para todos, dentadura ou prótese protocolo sobre implantes. A avaliação compara as opções no seu caso.

O implante não substitui a prótese: ele é a raiz sobre a qual uma prótese é fixada. A comparação real é entre prótese apoiada na gengiva ou nos dentes e prótese presa em implantes. A presa em implantes fica mais estável e não desgasta dentes vizinhos, mas exige cirurgia e osso suficiente.

Na coroa e na ponte, o dente de apoio é preparado, a boca é moldada e uma peça provisória protege o dente enquanto a definitiva é feita. Depois das provas, a peça é cimentada. Na prótese sobre implante, ela é parafusada ou cimentada no implante.

Prótese que machuca

Uma prótese nova pode causar pequenas feridas nos primeiros dias, até os ajustes. Ferida que se repete ou que aparece numa prótese antiga não é normal: costuma indicar falta de encaixe ou um ponto de pressão, e precisa ser vista pela dentista.

Se possível, deixe de usar a prótese até a consulta e não lixe a peça em casa. Leve a prótese à avaliação para a dentista ver o ponto que machuca e ajustar. Ferida que não cicatriza depois do ajuste precisa ser examinada.

O que usar depende da causa da ferida, por isso a indicação é feita pela dentista depois de examinar. Evite pomadas e receitas caseiras por conta própria, porque podem esconder um problema que precisa de tratamento.

Em geral a orientação é tirar a prótese removível para dormir. A gengiva descansa da pressão, a peça é limpa e fica guardada em recipiente com água. Há casos com orientação diferente, que a dentista explica na entrega da prótese.

Valor e duração

O valor é definido depois da avaliação e depende do tipo de prótese, do número de dentes, do material, da necessidade de tratar dentes de apoio ou de colocar implantes e dos exames. No plano você recebe o que compõe cada alternativa antes de decidir.

Não existe prazo fixo. Com os anos, a gengiva e o osso mudam de forma e os dentes da prótese se desgastam, então a peça pode precisar de reembasamento, reparo ou troca. As consultas de revisão mostram a hora de cada ajuste.

Em detalhe

Por que a prótese começa a machucar

Ferida causada por prótese quase sempre tem um ponto de origem. Os mais comuns são estes:

  • Prótese nova, ainda com áreas de pressão que só aparecem no uso do dia a dia.
  • Prótese antiga que perdeu o encaixe porque o osso e a gengiva embaixo dela diminuíram.
  • Borda comprida ou áspera, que corta a bochecha, o lábio ou o fundo da boca.
  • Dentes artificiais gastos, que mudam a mordida e fazem a peça escorregar ao mastigar.
  • Trinca ou conserto caseiro que deixou um degrau na base.

Estomatite protética: a inflamação embaixo da dentadura

Nem toda lesão é um corte. Muitas vezes a gengiva embaixo da dentadura fica vermelha e inchada, com ou sem ardência. É a estomatite protética, uma inflamação com várias causas somadas: prótese mal adaptada, acúmulo de placa na base da peça, presença de fungos do gênero Candida, uso da prótese dia e noite, boca seca e baixa imunidade.

A diretriz de cuidados com dentaduras do American College of Prosthodontists (Felton e colaboradores, Journal of Prosthodontics, 2011) não recomenda usar a prótese de forma contínua, 24 horas por dia, como forma de reduzir a estomatite. A mesma diretriz orienta limpeza diária da peça e exame anual com o dentista.

O tratamento começa pela causa: ajuste ou troca da prótese, limpeza correta da peça, tempo sem usá-la durante a noite e, quando a dentista indica, medicação para o fungo.

O que é examinado na consulta

Leve a prótese à consulta, mesmo que ela esteja machucando. É com ela na boca que o ponto de pressão aparece.

  • Localização exata da ferida e o ponto da peça que encosta nela.
  • Encaixe da base sobre a gengiva, com e sem a pressão da mordida.
  • Altura da mordida e desgaste dos dentes artificiais.
  • Condição da gengiva inteira, da língua e do céu da boca, não só da ferida.
  • Higiene da peça, manchas, trincas e restos de adesivo.

Os caminhos depois do exame

  • Alívio do ponto de pressão na base da peça, feito no consultório.
  • Material condicionador por um período, para a gengiva inflamada se recuperar antes de um reembasamento.
  • Reembasamento, que refaz a superfície interna da base para ela voltar a copiar a gengiva.
  • Prótese nova, quando a peça está gasta, trincada ou com a mordida muito baixa.
  • Prótese apoiada em implantes, quando o osso permite e a dentadura não para mais no lugar.

A escolha depende do estado da peça e da gengiva. Prótese com poucos anos e dentes artificiais em bom estado costuma ser ajustada ou reembasada; peça gasta ou com várias trincas tende a ser refeita.

Ferida que não cicatriza precisa ser vista

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) orienta investigar feridas na boca que persistem por mais de 15 dias e cita próteses que causam ferimento entre as situações que pedem avaliação odontológica. Na maioria das vezes, a ferida some quando a causa é corrigida. Quando ela não some depois do ajuste, a lesão precisa ser examinada com atenção, e a dentista indica a conduta.

O que não fazer em casa

  • Lixar ou cortar a prótese por conta própria.
  • Usar adesivo em excesso para compensar uma peça frouxa.
  • Passar pomadas ou receitas caseiras sem orientação, que podem esconder a causa da ferida.
  • Colocar a prótese em água fervente para limpar, o que pode deformar a base.
  • Deixar a peça de molho em água sanitária por muito tempo: a diretriz citada acima limita o contato com produtos à base de hipoclorito a 10 minutos.

Por que a dentadura perde o encaixe com os anos

Depois que os dentes saem, o osso que os segurava continua diminuindo ao longo da vida, num ritmo que desacelera com o tempo. O estudo de Atto Tallgren publicado no Journal of Prosthetic Dentistry em 1972, que acompanhou usuários de dentadura por 25 anos, mostrou essa redução contínua do rebordo e registrou perda cerca de quatro vezes maior na mandíbula do que na maxila.

Por isso a dentadura de baixo costuma soltar antes. A peça continua com o formato que a gengiva tinha quando ela foi feita, e a gengiva muda.

Ajuste, reembasamento ou peça nova

A decisão sai do exame da peça e da boca, e não só do tempo de uso. Estes são os caminhos possíveis:

  • Ajuste: pequenos alívios ou acréscimos na base, quando o problema é um ponto localizado.
  • Reembasamento: a parte interna da base é refeita com novo material, no consultório ou em laboratório, para voltar a copiar a gengiva. Serve quando os dentes artificiais e a mordida ainda estão bons.
  • Prótese nova: quando os dentes da peça estão gastos, a mordida ficou baixa, a base trincou ou já passou por vários reembasamentos.
  • Prótese sobre implantes: quando a falta de osso deixa qualquer dentadura instável e a pessoa pode fazer a cirurgia.

Como é feito o reembasamento

No reembasamento feito no consultório, a base é preparada, recebe uma camada de resina e é assentada na boca com a mordida fechada, para copiar a gengiva naquele momento. No de laboratório, é feita uma moldagem dentro da própria prótese, e a peça vai ao laboratório pelo período combinado. Nos dois casos, a mordida é conferida depois, e pequenos ajustes nas semanas seguintes são esperados.

Sinais de que a prótese chegou ao limite

  • Os dentes da prótese estão lisos, sem as pontas que cortam o alimento.
  • O queixo parece mais perto do nariz e os cantos da boca ficam úmidos ou rachados.
  • A peça solta ao falar, rir ou tossir, mesmo com adesivo.
  • Aparecem feridas repetidas em lugares diferentes.
  • A base tem trincas, consertos ou manchas que não saem.

Quando os dentes da prótese se desgastam, a boca fecha mais do que deveria. Isso muda a aparência do rosto, sobrecarrega a articulação da mandíbula e favorece rachaduras nos cantos da boca. Uma prótese nova devolve a altura da mordida, que é medida na consulta.

Adesivo ajuda, mas não conserta

O adesivo para dentadura pode dar mais segurança a uma prótese bem adaptada. A diretriz do American College of Prosthodontists (Felton e colaboradores, 2011) orienta usar pouca quantidade, três ou quatro pontos do tamanho de uma ervilha, remover todo o produto da peça e da boca diariamente e evitar adesivos que contenham zinco. Quando é preciso cada vez mais adesivo para a peça parar no lugar, o encaixe já se perdeu e a prótese precisa ser avaliada.

Exame anual, mesmo sem dor

A mesma diretriz recomenda que quem usa dentadura seja examinado pelo dentista uma vez por ano, para conferir o encaixe, a mordida, a perda de osso e a presença de lesões na boca. Como a mudança é lenta, muita gente só percebe que a prótese está frouxa quando ela já machuca. Na revisão, pequenos ajustes resolvem o que, deixado para depois, vira uma peça nova.

Uma necessidade comum depois dos 65

Usar prótese faz parte da rotina de boa parte dos brasileiros mais velhos. Na análise da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde (SB Brasil 2010) publicada por Azevedo e colaboradores nos Cadernos de Saúde Pública em 2017, 78,2% das pessoas de 65 a 74 anos usavam algum tipo de prótese dentária, e 68,7% tinham necessidade de prótese no exame.

A região Sul teve o maior uso e a menor necessidade entre as regiões do país, mas a necessidade seguia alta. Na Fluari, em Lages, a faixa acima de 65 anos é a que mais procura atendimento.

O que a avaliação considera nessa idade

  • Medicamentos em uso: vários remédios comuns deixam a boca seca, e a saliva ajuda a prótese a se firmar e protege a gengiva.
  • Diabetes e outras condições de saúde que interferem na cicatrização.
  • Firmeza das mãos para tirar, limpar e recolocar a prótese; às vezes a escolha da peça leva isso em conta.
  • Quantidade de osso e condição da gengiva onde a prótese vai se apoiar.
  • O que a pessoa quer voltar a comer e como é a rotina de refeições.
  • Feridas, manchas ou outras alterações na boca, examinadas em toda consulta.

Boca seca merece atenção à parte: sem saliva suficiente, a prótese atrita mais contra a gengiva e as feridas aparecem com facilidade. Beber água ao longo do dia e contar à dentista quais remédios são usados ajuda a encontrar a causa.

Idade, sozinha, não impede o implante

Muita gente acima de 70 anos pergunta se ainda pode fazer implante. A idade em si não decide: o que pesa é a saúde geral, o osso disponível, os medicamentos e a disposição para a cirurgia e para as revisões. Para quem não pode ou não quer cirurgia, uma dentadura bem feita, reembasada quando necessário, segue sendo uma opção. A comparação entre os caminhos é feita na avaliação, sem pressa.

Existe também um caminho intermediário: dois ou mais implantes na arcada de baixo para prender uma dentadura removível, chamada overdenture. Ela fica mais firme ao comer e falar e continua saindo da boca para a limpeza.

A primeira consulta no Centro de Lages

A avaliação acontece no consultório da Rua João Severiano Waltrick, 165, sala 03, no Centro, de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 19h. Muitos pacientes vêm com o cônjuge ou com um filho, e a conversa inclui quem ajuda nas decisões e nos cuidados em casa. Como clínica odontológica em Lages que atende só presencialmente, a Fluari faz avaliação, provas, instalação e revisões no mesmo consultório, com a Dra. Rafaela Pagliosa Winter.

  • A prótese em uso, mesmo quebrada.
  • A lista de medicamentos.
  • Exames recentes, se houver.
  • As dúvidas anotadas, para nada ficar para trás.

Cuidados diários com a prótese removível

  • Limpar a prótese todos os dias, com escova e produto não abrasivo próprio para prótese. Pastas abrasivas riscam a base e facilitam o acúmulo de placa.
  • Guardar a peça em recipiente com água quando estiver fora da boca, para ela não deformar.
  • Tirar a prótese para dormir, salvo orientação diferente da dentista.
  • Escovar a gengiva, a língua e os dentes que restam com escova macia.
  • Voltar ao exame uma vez por ano, mesmo sem incômodo, como recomenda a diretriz do American College of Prosthodontists (2011).

Quando os cuidados ficam com um familiar ou cuidador

Quem depende de ajuda no dia a dia também precisa de ajuda com a prótese. O familiar ou cuidador pode vir à consulta para aprender a tirar e recolocar a peça, a limpá-la e a olhar a gengiva. Vermelhidão embaixo da dentadura, ferida, recusa em comer ou prótese que passou a ficar guardada na gaveta são sinais para marcar uma avaliação.

Fale com a clínica

Ficou alguma dúvida sobre a sua prótese?

Mande a pergunta pelo WhatsApp. A clínica responde no horário de atendimento, de segunda a sexta.

Perguntar no WhatsApp
Dra. Rafaela Pagliosa Winter acenando, convite para tirar dúvidas sobre prótese dentária pelo WhatsApp

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Conte pelo WhatsApp o que incomoda na prótese de hoje ou quantos dentes faltam. A clínica retorna com os horários para a sua avaliação no Centro de Lages.

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Dra. Rafaela Pagliosa Winter, cirurgiã-dentista da Fluari Odontologia, de blusa verde, sorrindo